sexta-feira, maio 08, 2009
A Uwe Recomendo
A partir de Abril de 2009, A'Uwe exibirá também documentários internacionais sobre povos nativos do mundo todo.
Realizados por documentaristas ou pelos próprios índios cada programa, além de nos aproximar das tradições, rituais, conflitos e histórias dos diferentes povos nativos do Brasil, agora também nos levará a diversas regiões do planeta Terra para conhecermos as culturas, as diferenças entre os países, as tradições e a maneira que os povos nativos encontram para sobreviver e preservar a riqueza de seus povos no mundo contemporâneo.
Em tempo: "A'Uwe" significa "povo indígena" em língua xavante.
quarta-feira, maio 06, 2009
Porto Sul na Costa do Cacau na Bahia
| O governo do estado concluiu as últimas fases do projeto de construção do Porto Sul e vai apresentá-lo ao sul da Bahia nos dias 7 e 8 de maio, com a presença do secretário de Indústria, Comércio e Mineração, Rafael Amoedo, e técnicos que trabalharam no desenvolvimento da proposta. A primeira cidade a conhecer os detalhes do porto será Ilhéus. Na quinta-feira (07) o projeto será apresentado à imprensa e aos vereadores locais, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães. Na sexta (08), às 9 horas, será a vez dos membros da Comissão Tripartite, criada pela Prefeitura e formada por ambientalistas, Organizações Não-Governamentais, Associações de Moradores da Lagoa Encantada e Ponta da Tulha e entidades do comércio, indústria e turismo. Paralelamente ao evento em Ilhéus, na sexta-feira, também às 9 horas da manhã, o projeto será apresentado aos prefeitos e vereadores de Itabuna, Uruçuca, Itajuípe e Buerarema, municípios que, indiretamente, estão envolvidos no traçado do projeto, considerado pelo governador Jacques Wagner a oportunidade de soerguimento de todo o sul da Bahia. O encontro será em Itabuna, considerando a localização da Associação dos Municípios da Região Cacaueira (Amurc). A programação oficial foi anunciada hoje pela manhã, depois de um contato mantido com o presidente da Amurc, Moacir Leite. |
Os alertas das enchentes nos últimos 3 meses.
| Defesa Civil alerta para chuva forte em 20 Estados e no Distrito Federal 16/03/2009 |
| Brasília - A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de chuva forte às defesas civis do Distrito Federal, Goiás, Rio de Janeiro, Amapá, Bahia, Pará, Minas Gerais, São Paulo, Maranhão, Ceará, Piauí, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Norte, Paraíba, Tocantins e Espírito Santo. |
| Defesa Civil alerta para chuva forte em 17 Estados 17/04/2009 | ||
| Brasília - A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, enviou alerta de chuva forte às defesas civis dos Estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas, Tocantins, Acre, Roraima, Rondônia e Amapá. Amanhã (18/04) e domingo (19/04), áreas de instabilidade
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Desconecte os aparelhos elétricos da corrente elétrica para evitar curtos circuitos nas tomadas;
Feche o registro de entrada d`água;
Feche bem as portas e janelas.
Mantenha sempre pronta água potável, roupa e remédios, caso tenha que sair rápido da sua casa
INUNDAÇÕES : Recomendações para Prefeituras
Falando no Porto na Bahia - Materia do Acorda meu Povo
Localizado nas proximidades do Porto Internacional do Malhado, o bairro ilheense de São Miguel não para de perder espaço para o mar. Três ruas foram extintas, mas, mesmo assim, uma grande área marinha está sendo aterrada. A obra está embargada, e sua conclusão vai agravar significamente o que hoje já é um grande drama para essa comunidade.
A casa das fotos (acima e abaixo) é mais uma condenada a desaparecer, e que seus moradores desistiram de lutar contra o avanço do mar em 2009. Vamos insistir na mobilização da opinião pública para que o porto seja responsabilizado pelos danos ao patrimônio privado que vem sendo causado. É dever moral e uma questão legal, que os realizadores de uma obra pública idenizarem a comunidade pelos danos causados ao meio ambiente.
O aterro de mais uma área no Porto Internacional do Malhado agravará mais ainda o assoreamento dd Baía da Barra. Nos últimos dez anos, se tornou visível no estuário do rio Almada, um grave processo de assoreamento, refletindo na navegabilidade, na pesca e na vida de milhares de pessoas.
Invasão do mar deve preocupar No Blog Acorda meu Povo do Paulo Paiva
Acorda meu Povo em Itacaré- Bahia Acorda meu povo no Alerta nas terras do Amado No Sul da Bahia, falando de Ilhéus
terça-feira, maio 05, 2009
A gripe suína e o monstruoso poder da indústria pecuária
Em 1965, havia nos EUA 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos debilitados. Cientistas advertem sobre o perigo das granjas industriais: a contínua circulação de vírus nestes ambientes aumenta as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos. A análise é de Mike Davis.
A gripe suína mexicana, uma quimera genética provavelmente concebido na lama fecal de um criadouro industrial, ameaça subitamente o mundo inteiro com uma febre. Os brotos na América do Norte revelam uma infecção que está viajando já em maior velocidade do que aquela que viajou a última cepa pandêmica oficial, a gripe de Hong Kong, em 1968.
Roubando o protagonismo de nosso último assassino oficial, o vírus H5N1, este vírus suíno representa uma ameaça de magnitude desconhecida. Parece menos letal que o SARS (Síndrome Respiratória Aguda, na sigla em inglês) em 2003, mas como gripe, poderia resultar mais duradoura que a SARS. Dado que as domesticadas gripes estacionais de tipo "A" matam nada menos do que um milhão de pessoas ao ano, mesmo um modesto incremento de virulência, poderia produzir uma carnificina equivalente a uma guerra importante.
Uma de suas primeiras vítimas foi a fé consoladora, predicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na possibilidade de conter as pandemias com respostas imediatas das burocracias sanitárias e independentemente da qualidade da saúde pública local. Desde as primeiras mortes causadas pelo H5N1 em 1997, em Hong Kong, a OMS, com o apoio da maioria das administrações nacionais de saúde, promoveu uma estratégia centrada na identificação e isolamento de uma cepa pandêmica em seu raio local de eclosão, seguida de uma massiva administração de antivirais e, se disponíveis, vacinas para a população.
Uma legião de céticos criticou esse enfoque de contrainsurgência viral, assinalando que os micróbios podem agora voar ao redor do mundo quase literalmente no caso da gripe aviária muito mais rapidamente do que a OMS ou os funcionários locais podem reagir ao foco inicial. Esses especialistas observaram também o caráter primitivo, e às vezes inexistente, da vigilância da interface entre as enfermidades humanas e as animais. Mas o mito de uma intervenção audaciosa, preventiva (e barata) contra a gripe aviária resultou valiosíssimo para a causa dos países ricos que, como os Estados Unidos e a Inglaterra, preferem investir em suas próprias linhas Maginot biológicas, ao invés de incrementar drasticamente a ajuda às frentes epidêmicas avançadas de ultra mar. Tampouco teve preço esse mito para as grandes transnacionais farmacêuticas, envolvidas em uma guerra sem quartel com as exigências dos países em desenvolvimento empenhados em exigir a produção pública de antivirais genéricos fundamentais como o Tamiflu, patenteado pela Roche.
A versão da OMS e dos centros de controle de enfermidades, que já trabalha com a hipótese de uma pandemia, sem maior necessidade novos investimentos massivos em vigilância sanitária, infraestrutura científica e reguladora, saúde pública básica e acesso global a medicamentos vitais, será agora decisivamente posta a prova pela gripe suída e talvez averigüemos que pertence à mesma categoria de gestão de risco que os títulos e obrigações de Madoff. Não é tão difícil que fracasse o sistema de alertas levando em conta que ele simplesmente não existe. Nem sequer na América do Norte e na União Européia.
Não chega a ser surpreendente que o México careça tanto de capacidade como de vontade política para administrar enfermidades avícolas ou pecuárias, pois a situação só é um pouco melhor ao norte da fronteira, onde a vigilância se desfaz em um infeliz mosaico de jurisdições estatais e as grandes empresas pecuárias enfrentam as regras sanitárias com o mesmo desprezo com que tratam aos trabalhadores e aos animais.
Analogamente, uma década inteira de advertências dos cientistas fracassou em garantir transferências de sofisticadas tecnologias virais experimentais aos países situados nas rotas pandêmicas mais prováveis. O México conta com especialistas sanitários de reputação mundial, mas tem que enviar as amostras a um laboratório de Winnipeg para decifrar o genoma do vírus. Assim se perdeu toda uma semana.
Mas ninguém ficou menos alerta que as autoridades de controle de enfermidades em Atlanta. Segundo o Washington Post, o CDC (Centro de Controle de Doenças) só percebeu o problema seis dias depois de o México ter começado a impor medidas de urgência. Não há desculpas para justificar esse atraso. O paradoxal desta gripe suína é que, mesmo que totalmente inesperada, tenha sido prognosticada com grande precisão. Há seis anos, a revista Science publicou um artigo importante mostrando que "após anos de estabilidade, o vírus da gripe suína da América do Norte tinha dado um salto evolutivo vertiginoso".
Desde sua identificação durante a Grande Depressão, o vírus H1N1 da gripe suína só havia experimentado uma ligeira mudança de seu genoma original. Em 1998, uma variedade muito patógena começou a dizimar porcas em uma granja da Carolina do Norte, e começaram a surgir novas e mais virulentas versões ano após ano, incluindo uma variante do H1N1 que continha os genes do H3N2 (causador da outra gripe de tipo A com capacidade de contágio entre humanos).
Os cientistas entrevistados pela Science mostravam-se preocupados com a possibilidade de que um desses híbridos pudesse se transformar em um vírus de gripe humana acredita-se que as pandemias de 1957 e de 1968 foram causadas por uma mistura de genes aviários e humanos forjada no interior de organismos de porcos e defendiam a criação urgente de um sistema oficial de vigilância para a gripe suína: advertência, cabe dizer, que encontrou ouvidos surdos em Washington, que achava mais importante então despejar bilhões de dólares no sumidouro das fantasias bioterroristas.
O que provocou tal aceleração na evolução da gripe suína: Há muito que os estudiosos dos vírus estão convencidos que o sistema de agricultura intensiva da China meridional é o principal vetor da mutação gripal: tanto da "deriva" estacional como do episódico intercâmbio genômico. Mas a industrialização empresarial da produção pecuária rompeu o monopólio natural da China na evolução da gripe. O setor pecuário transformou-se nas últimas décadas em algo que se parece mais com a indústria petroquímica do que com a feliz granja familiar pintada nos livros escolares.
Em 1965, por exemplo, havia nos Estados Unidos 53 milhões de porcos espalhados entre mais de um milhão de granjas. Hoje, 65 milhões de porcos concentram-se em 65 mil instalações. Isso significou passar das antiquadas pocilgas a gigantescos infernos fecais nos quais, entre esterco e sob um calor sufocante, prontos a intercambiar agentes patógenos à velocidade de um raio, amontoam-se dezenas de milhares de animais com sistemas imunológicos muito debilitados.
No ano passado, uma comissão convocada pelo Pew Research Center publicou um informe sobre a "produção animal em granjas industriais", onde se destacava o agudo perigo de que "a contínua circulação de vírus (...) característica de enormes aviários ou rebanhos aumentasse as oportunidades de aparição de novos vírus mais eficientes na transmissão entre humanos". A comissão alertou também que o uso promíscuo de antibióticos nas criações de suínos mais barato que em ambientes humanos estava propiciando o surgimento de infecções de estafilococos resistentes, enquanto que os resíduos dessas criações geravam cepas de escherichia coli e de pfiesteria (o protozoário que matou um bilhão de peixes nos estuários da Carolina do Norte e contagiou dezenas de pescadores).
Qualquer melhora na ecologia deste novo agente patógeno teria que enfrentar-se com o monstruoso poder dos grandes conglomerados empresariais avícolas e pecuários, como Smithfield Farms (suíno e gado) e Tyson (frangos). A comissão falou de uma obstrução sistemática de suas investigações por parte das grandes empresas, incluídas algumas nada recatadas ameaças de suprimir o financiamento de pesquisadores que cooperaram com a investigação.
Trata-se de uma indústria muito globalizada e com influências políticas. Assim como a gigante avícola Charoen Pokphand, sediada em Bangkok, foi capaz de desbaratar as investigações sobre seu papel na propagação da gripe aviária no sudeste asiático, o mais provável é que a epidemiologia forense do vírus da gripe suína bata de frente contra a pétrea muralha da indústria do porco.
Isso não quer dizer que nunca será encontrada uma acusadora pistola fumegante: já corre o rumor na imprensa mexicana de um epicentro da gripe situado em torno de uma gigantesca filial da Smithfield no estado de Vera Cruz. Mas o mais importante sobretudo pela persistente ameaça do vírus H5N1 é a floresta, não as árvores: a fracassada estratégia antipandêmica da OMS, a progressiva deterioração da saúde pública mundial, a mordaça aplicada pelas grandes transnacionais farmacêuticas a medicamentos vitais e a catástrofe planetária que é uma produção pecuária industrializada e ecologicamente bagunçada.
Mike Davis é professor no departamento de História da Universidade da Califórnia (UCI), em Irvine, e um especialista nas relações entre urbanismo e meio ambiente. Ex-caminhoneiro, ex-açogueiro e ex-militante estudantil, Davis é colaborador das revistas New Left Review e The Nation, e autor de vários livros, entre eles Ecologia do Medo, Holocaustos coloniais, O monstro bate a nossa porta (editora Record), e Cidade de quartzo: escavando o futuro em Los Angeles (Boitempo) Também é membro do Conselho Editorial de Sin Permiso.
*Artigo publicado originalmente no The Guardian (27/04/2009). Publicado também, em espanhol, no Sin Permiso.
Por redação da Carta Maior *Tradução: Katarina Peixoto (Envolverde/Carta Maior )
E se passarem por paraísos...
Não permaneçam!
Lembrem-se
Deus expulsou o Homem e a Mulher do Paraíso
O Inferno é mascarado!
Armadilha de demônios
Jamais pensem passar seus últimos dias,
em cidades aparentemente pacatas e acolhedoras.
Jamais!
Caso sejam atraídos pela Teia Ardilosa!
Jamais se iludam que terão paz e segurança!
Jamais considerem que terão amizades verdadeiras!
Jamais contem com seus credos e templos!
Jamais considerem que terão suas famílias protegidas!
Jamais considerem que terão empregados fiéis!
Jamais considerem que terão apoio dos poderes!
Jamais considerem que seu pedido de socorro terá eco!
Jamais considerem que preservam valores éticos e morais!
Jamais considerem que viverão em liberdade!
Jamais!
Caso insistam em viverem a Farsa do Paraíso:
Considerem que viverão em liberdade controlada.
Considerem que não terão a quem apelar
Considerem que todos se calarão
Considerem a covardia!
Considerem que todos sabem de tudo sobre vocês,
e sobre pessoas ligadas a vocês.
Considerem que não se importam com vocês!
Considerem a traição e omissão como meio de vida.
Considerem que se indispondo com alguns dos poderes:
Serão perseguidos, isolados, ignorados, exilados por todos os poderes!
Serão agredidos, difamados, abusados de seus direitos!
Considerem que não terão a quem recorrer!
Considerem que sentirão vergonha por estar nesta sociedade!
Considerem que viverão entre pessoas medrosas e covardes
Considerem que são indiferentes ao valor de suas vidas
Considere que perderão suas vidas!
Entre jamais e considerem,
optem pelas grandes cidades,
capitais de preferência.
Terão a diversidade, a escolha dentre a multidão
Encontrarão gente como vocês!
Matas verdes, céu azul , águas límpidas,
casinhas coloridas e clima festivo
É a imagem atual dos Infernos Terrestres
Não se iludam Jamais e caso insistam em viver na farsa, rezem !
Aceitem o Mea Culpa pela opção
E sejam Bem vindos ao Inferno!
Precisamos de mortos! Tráfico de Órgãos
"No mundo em que vivemos, atitudes corretas e honestas como a Lei Seca, de tolerância zero de bebida alcoólica para dirigir veículos pode ser considerada um exemplo muito bem colocado na carta de número sete do baralho do Tarô (representando o diabo), definindo que os fins justificam os meios: menos alcool resulta em menos accidentes. Mas Issac Newton já nos dizia em sua terceira lei que "toda ação provoca uma reação de igual intensidade e em sentido contrário", ensinando com isso que antes de reagir devemos agir, levando em consideração o desdobramento que uma ação poderá causar em outras áreas da sociedade, neste caso da saúde.Portanto, as autoridades implantam com todo o rigor a Lei Seca conseguindo reduzir os acidentes de trânsito, mas esquecendo discutir com outras áreas do ministério da saúde as conseqüências que a redução do número de acidentes poderá ocasionar problemas na captação de órgãos para transplantes.A Lei Seca é necessária e deve continuar a ser aplicada com rigor, mas por falta de uma discussão estratégica das ações coordenadas na saúde pública, o ministério da saúde está permitindo que se crie um cenário no qual, não demora, a oferta de órgãos para transplantes estará consideravelmente diminuída. Como resultado, já no mês de julho a captação de órgãos no Rio de Janeiro caiu pela metade. Somente quatro transplantes de fígado foram realizados em trinta dias....Paulo Pavesi nos diz:
Anemia afeta mais de 20% das crianças no país
Anemia afeta mais de 20% das crianças no país | |
| 25/04/2009 - 16h29m | |
| *Da Redação, com informações de agência Mais de 20% das crianças brasileiras com menos de 5 anos apresentam quadro de anemia. Essa é uma das conclusões da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, levantamento realizado pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), financiado com recursos do Ministério da Saúde. O levantamento também analisou a deficiência de vitamina A e constatou a doença em 17% das crianças pesquisadas. Já a anemia em mulheres em idade fértil atingiu um índice ainda maior que o encontrado em crianças: 29,9%. No caso de deficiência de vitamina A entre mulheres, o índice nacional se fixou em 12,3%. O Nordeste foi a região que apresentou os índices mais alarmantes de anemia entre crianças com menos de 5 anos e mulheres em idade fértil. Das crianças nordestinas analisadas, 25,5% apresentaram quadro de anemia. Já entre as mulheres com idade entre 15 e 39 anos, o índice de anemia atingiu 39,1%. Já em relação à deficiência de vitamina A em crianças, o Nordeste, com 19%, divide a preocupação com a região Sudeste que apresentou um índice de 21,6%, fato que intrigou o Ministério da Saúde, pelo fato de a região Sudeste apresentar índices de desenvolvimento mais alto que outras regiões do país. A pesquisa traz dados de 2006 e, embora esse levantamento já tenha sido realizado em 1986 e em 1996, é a primeira vez que o estudo contou com a análise do perfil nutricional do país por meio da análise laboratorial do sangue coletado de mais de 15 mil mulheres e 5 mil crianças, moradoras das cinco regiões brasileiras. Devido à falta de dados, o Ministério da Saúde reconhece que não tem como verificar se a situação melhorou ou piorou, mas afirma que o levantamento servirá de base para ampliar as políticas de saúde. A pesquisa demonstrou ainda que a anemia é maior entre as mulheres negras e em crianças com idade inferior a 24 meses. | |
Não fui preparada para este Brasil!
Caçando Prefeitos!
Projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça elimina a necessidade de leitura completa dos autos na sessão da câmara de vereadores
Modificação em decreto-lei que trata do processo de cassação de prefeitos pode garantir maior celeridade aos atos que devem ser executados pelas câmaras de vereadores nesses casos. Projeto aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) altera o Decreto-Lei 201, de 1967, para restringir a leitura do processo de cassação às peças que forem solicitadas pelos vereadores e pelo denunciado. Para presidente da CCJ e relator do projeto, Demostenes Torres (E, ao lado de Tasso Jereissati), procedimentos para perda de mandato vão ganhar celeridade
Com a restrição à leitura dos autos apenas às peças que forem requeridas, o processo ganha celeridade e elimina-se, como efeito não desprezível, a excessiva protelação na decisão legislativa afirma em seu voto o relator, Demostenes Torres (DEM-GO), que também preside a CCJ.
O senador argumenta que a leitura integral dos autos costuma servir de subterfúgio "para esvaziar a sessão da câmara de vereadores, cansar os membros do Legislativo e obter ganhos de prazo".
O projeto (PLC 22/05), do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), também acrescenta a determinação de que o início do recesso legislativo não suspenda a tramitação dos processos de cassação. A matéria agora vai ser votada pelo Plenário do Senado.
Chuvas e desabrigados no Brasil
Defesa Civil envia alerta de chuva forte para nove estados
Os estados que podem ter chuva e ventos fortes são Amapá, Roraima, Amazonas, Pará, Tocantins, Piauí, Ceará e Bahia e Maranhão, onde o número de desabrigados por temporais chega a 83 mil.
Maranhão tem 41 mil desabrigados pela chuva
Número de afastados de suas casas aumentou 70% em cinco dias. Governadora Roseana Sarney decretou estado de calamidade pública.
Enchente deixa desabrigados no Pará
Chuvas já atingiram cerca de 80 mil pessoas no Ceará
Do total, 11.383 estão desalojadas e 5.498 estão desabrigadas. Chuva danificou 1.543 casas e destruiu 461 em todo o estado.
Chuvas fazem Piauí decretar situação de emergência
As enchentes causadas pelas chuvas fizeram rios e lagos transbordarem em Teresina. Muitas pessoas estão desabrigadas e a situação em todo o Piauí é preocupante. Várias comunidades ficaram isoladas.
Meteorologia prevê mais chuva para o Norte e o Nordeste
. Na cidade de Barreiras, no interior da Bahia, já choveu o dobro da média de abril.
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Estes estados não tem nome de Santos, mas estão em emergência com milhares de desabrigados







